11 de dezembro de 2017

Como temos preparado a nossa vida para a chegada do Senhor?

Neste segundo domingo, acendemos a vela branca na Coroa do Advento; a vela da Paz; porque vai chegar Aquele que é o Príncipe da Paz!
Logo que ressuscitou, Jesus deu a Paz a seus discípulos: “A paz esteja convosco! (Jo 20,19). Nada é melhor do que a paz. Tudo está perdido se não há paz no coração, no lar, na pátria… Ele pode dar a Paz a seus discípulos porque venceu na Cruz a raiz amarga que a destrói, o pecado.
O profeta Isaías anuncia a necessidade de preparar o caminho do pregoeiro da Paz: “Preparai no deserto o caminho do Senhor, aplainai na solidão a estrada de nosso Deus. Nivelem-se todos os vales, rebaixem-se todos os montes e colinas; endireite-se o que é torto e alisem-se as asperezas: a glória do Senhor então se manifestará, e todos os homens verão juntamente o que a boca do Senhor falou. (Is 40,1-5)
Que caminhos devem ser preparados senão os da nossa alma? Que vales e montanhas devem ser nivelados senão os da nossa alma, desnivelados pelas paixões e maus desejos?
O salmista canta: — Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar; a paz para o seu povo e seus amigos, para os que voltam ao Senhor seu coração. Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra. A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus.
É o domingo do Advento que nos convida à reconciliação com Deus; deixar o pecado, procurar Aquele que é o Único que pode nos dar a vida e a paz duradoura. É preciso perguntar: Como temos preparado a nossa vida para a chegada do Senhor?
Neste período do Advento nos preocupamos tanto em preparar nossas casas, nossas ceias, nossas confraternizações, que acabamos por “roubar” a festa do grande aniversariante que é Jesus. Nos preocupamos em presentear a tantas pessoas, até “amigos ocultos”, e o nosso “verdadeiro amigo”, já Revelado, é deixado de lado, como algo secundário, dispensável… Não podemos nos esquecer do Aniversariante no dia do seu Aniversário! Ele é o grande Presente que devemos receber e dar a todos…
São Pedro nos lembra que Deus não tarda a voltar, para Ele um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. Ele é o Senhor também do tempo, Ele criou o tempo e não está submetido a Ele. São Pedro avisa que o Senhor chegará na surpresa de um ladrão, a qualquer momento; então, é preciso estar preparado a todo momento. (2 Pd 3,8-14)
E o Evangelho também nos recorda que João Batista apareceu no deserto pregando um “batismo de conversão” para o perdão dos pecados. Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão (Mc 1,1-8). Esta era a preparação para a chegada do Príncipe de Paz, do esperado das nações, do mais belo dos filhos dos homens.
Será que nós hoje também precisamos passar por um “batismo de conversão”?
FONTE ;    Prof. Felipe Aquino

2 de dezembro de 2017

ATENÇÃO CATÓLICOS!!! “O serviço vocacional deve ser visto como a alma de toda a evangelização e de toda a pastoral da Igreja”, afirma o Papa.


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de Raimundo de Lima
Cidade do Vaticano (RV) - “Não se pode esquecer que o Senhor chama cada um pelo nome, com a sua história, e a cada um oferece e pede um caminho pessoal e intransferível em sua resposta vocacional.” Foi o que disse o Papa Francisco na mensagem esta sexta-feira (01/12) aos cerca de 800 participantes do Congresso sobre a pastoral vocacional reunidos no Ateneu Pontifício Regina Apostolorum de Roma, organizado pela Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. 
Tendo agradecido ao Dicastério vaticano pela iniciativa sobre a “Pastoral vocacional e vida consagrada. Horizonte e esperanças”, Francisco evidencia que esta quer ser uma contribuição para o próximo Sínodo dos Bispos que terá como tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”.
Oferecendo enriquecedores pontos de reflexão, o Santo Padre apresenta algumas convicções sobre a pastoral, aqui acenadas suscintamente. A primeira é a de que falar de pastoral vocacional é afirmar que toda ação pastoral da Igreja é orientada, por sua própria natureza, ao discernimento vocacional, enquanto seu objetivo último é ajudar o fiel a descobrir o caminho concreto para realizar o projeto de vida ao qual Deus o chama. “O serviço vocacional deve ser visto como a alma de toda a evangelização e de toda a pastoral da Igreja”, afirma o Papa.
Uma segunda convicção é de que a pastoral vocacional deve ter seu “húmus” mais adequado na pastoral da juventude. Pastoral juvenil e pastoral vocacional devem caminhar de mãos dadas. “A pastoral vocacional se apoia, surge e se desenvolve na pastoral juvenil”, acrescenta.
Uma terceira convicção é de que a oração deve ocupar um lugar muito importante na pastoral vocacional. O Senhor diz isso muito claramente, recorda Francisco: “Pedi ao Senhor da messe que mande operários para trabalhar na sua messe” (Mt 9,38).
Em seguida, o Pontífice passa a apresentar alguns desafios que considera importantes. Um primeiro é o da confiança. “Confiança nos jovens e confiança no Senhor”, precisa. Confiança nos jovens, porque há muitos jovens que, mesmo pertencendo à geração “selfie” ou a esta cultura que, mais que “fluida” parece “gasosa”, buscam um sentido pleno para a sua vida, mesmo se nem sempre procuram-no onde podem encontrar.
Ademais, prossegue, confiança no Senhor, certos de que Ele continua suscitando no Povo de Deus vocações para o Serviço do Reino. É preciso vencer a tentação fácil que leva a pensar que em certos âmbitos não é mais possível suscitar vocações.
A esse ponto, o Papa é categórico: “Todo tempo da história é tempo de Deus, inclusive o nosso, porque seu Espírito sopra onde quer, como quer e quando quer (Jo 3,8). Toda e qualquer estação pode ser um ‘kairós’ para colher a plantação.
Outro desafio apresentado pelo Santo Padre é a lucidez. “É necessário ter um olhar perspicaz e, ao mesmo tempo, um olhar de fé sobre o mundo, e em particular sobre o mundo dos jovens.
Um último desafio acenado é a convicção. Francisco afirma que “para propor hoje a um jovem o ‘vem e segue-me’ (Jo1,39) é preciso audácia evangélica; “a convicção de que o seguimento a Cristo, também na vida consagrada, vale a pena, e que a doação total de si à causa do Evangelho é algo belo e maravilhoso que pode dar um sentido a toda uma vida”.
Fazendo ressoar palavras do Beato Paulo VI na Evangelii nuntiandi, o Papa recorda que “o jovem, como todos nossos contemporâneos, não crê tanto nos mestres, quer, ao invés, ver testemunhar de Cristo”.
Francisco conclui afirmando que duas coisas lhe parecem claras no tema da pastoral vocacional e da vida consagrada: “A primeira é que não existem respostas mágicas e a segunda é que se está pedindo à vida consagrada, como de resto a toda a Igreja, uma verdadeira ‘conversão pastoral’, não só de linguagem, mas também de estilo de vida, se quiser conectar-se com os jovens para propor-lhes um caminho de fé e fazer-lhes uma proposta vocacional”.
FONTE; Noticiário da Rádio Vaticano 01/12/2017

INFELIZMENTE EXISTE MINISTROS, LEIGOS DESINFORMADOS E SEM FORMAÇÃO CATEQUÉTICA ASSIM COMO, PADRES, RELIGIOSOS/AS QUE, AO INVÉS DE MOTIVAREM OS/AS JOVENS A VIDA CONSAGRADA E RELIGIOSA, USAM TODO TIPO DE EMPECILHO PARA QUE A JUVENTUDE DESISTA DE SUA VOCAÇÃO. OREMOS PELA CONVERSÃO DELES PARA QUE NÃO IMPOSSIBILITEM O CRESCIMENTO DOS JOVENS E DA IGREJA. 
( cliecy de jesus)  

28 de novembro de 2017

ATENÇÃO, VOCÊ QUE É OU PENSA EM SER COORDENADOR DE GRUPOS, LÍDER OU POLÍTICO; VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA DOUTRINA SOCIAL?



PARA QUALQUER TIPO DE LÍDER DE GRUPO, SEJA DE GRUPOS RELIGIOSOS, SOCIAIS, POLÍTICOS ETC...
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Cidade do Vaticano (RV) - “A doutrina social fornece, num contexto caracterizado pelo déficit de uma política amiga da pessoa – muitas vezes distante das necessidades do povo – e pela ausência de uma visão de longo alcance, uma plataforma de bens e valores. Os fiéis e todos os homens de boa vontade são chamados a convergir para esta plataforma.” 
Foi o que disse o secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, durante a homilia da celebração eucarística de conclusão do Festival da Doutrina social da Igreja, presidida este domingo (26/17) em Verona, norte da Itália.
Tomar consciência da dimensão social da fé
“O fiel é chamado a tomar consciência da dimensão social da sua fé. Como evidenciou o Papa Francisco na Evangelii Gaudium, o fiel não pode ignorar as razões profundas de seu compromisso missionário em toda realidade terrena”, acrescentou o purpurado.
É, portanto, chamado “a viver um amor pleno de verdade em todo âmbito da sua vida e das suas relações, incluindo a atividade financiaria e econômica”.
Toda ação social e política deve ser finalizada ao bem comum
Daí, o convite a testemunhar “o amor de Cristo com a defesa da vida nascente e da vida que chega a seu ocaso, com a inclusão social dos pobres, com a instauração de uma sadia economia mundial, ajudando as pessoas que são chamadas a trabalhar, em nível social e político, a preparar-se para sua tarefa, não esquecendo que tudo deve ser finalizado ao bem comum”.
O Cardeal Parolin reconheceu quer o contexto em que essa tarefa deve realizar-se, ou seja, de “uma sociedade dominada por um novo individualismo radical e por uma prevalente indiferença em relação ao outro”, quer o período histórico, “em que se propagam ondas oligárquicas e populistas”.
Semear sinais de esperança que podem germinar e dar fruto
Apesar disso, observou a exigência de “semear – onde há sinais de desespero e de desencorajamento – sinais de esperança que podem germinar e dar fruto”.
Por este motivo, “a doutrina social precisa ser conhecida, estudada, comunicada, experimentada e, por conseguinte, testemunhada quer mediante a formação dos quadros das associações, das organizações e dos movimentos, quer mediante realizações exemplares”.
FONTE; Noticiário da Rádio Vaticano 27/11/2017

 CONFIRA INFORMAÇÃO SOBRE DOUTRINA SOCIAL EM;  http://cleofas.com.br/o-que-e-a-doutrina-social-da-igreja/

27 de novembro de 2017

Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher.



A cúpula do Senado será iluminada com a cor laranja entre os dias 20 de novembro e 10 de dezembro em apoio à campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher. 
A campanha acontece anualmente desde 1991. Hoje, já são mais de 160 países aderindo ao movimento, que se inicia em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.
Realizada no Brasil desde 2003, a campanha começa em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, a fim de evidenciar a violência sofrida pelas mulheres negras.
No Senado, há um grupo de trabalho que está planejando várias ações. Participam do grupo representantes da bancada feminina no Senado e na Câmara dos Deputados, do Observatório da Mulher contra a Violência, da Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher, do Comitê de Gênero e Raça, e do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça.
— Esse grupo de trabalho discute desde a ideia, a concepção da campanha até ações mais práticas. Este ano, o principal objetivo é fortalecer a rede de atendimento e proteção à mulher, porque é importante que a mulher não só tenha coragem de fazer a denúncia, mas quando isso acontece, ela precisa que a rede funcione — argumenta Rita Polli, da Procuradoria Especial da Mulher.
Números
Entre 2015 e 2017, o número de mulheres que declararam ter sido vítimas de algum tipo de violência passou de 18% para 29%. Também houve crescimento no percentual de entrevistadas que disseram conhecer alguma mulher que já sofreu violência doméstica ou familiar: o número era de 56%, em 2015, e foi para 71% em 2017. É o que revela pesquisa realizada pelo DataSenado com 1.116 brasileiras, entrevistadas entre 29 de março e 11 de abril deste ano.
Os dados mostram que os agressores mais frequentes, em 74% dos casos, são homens que têm ou tiveram relações afetivas com a vítima: o atual marido, companheiro ou namorado foram apontados por 41% das entrevistadas. Outras 33% disseram ter sido agredidas pelo ex-marido, ex-companheiro ou ex-namorado.

FONTE; Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)